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Tuberculose tem cura se o tratamento for feito até o fim


Considerada a doença infecciosa que mais mata no mundo, com 10 milhões de novos casos por ano e 1,6 milhão de óbitos, a tuberculose tem cura e isso só é possível se o paciente seguir corretamente as recomendações médicas sem interromper o tratamento. 

O Dia Mundial de Combate à Tuberculose, 24 de março, é mais uma data para reforçar essa recomendação. Devido aos números alarmantes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estipulou a meta de diminuir em 90% a quantidade de mortos pela doença e em 80% a de infectados até 2030. 

Para isso, reforça a importância dos exames de rastreamento para a detecção da doença infectocontagiosa. Estipula-se que cerca de 90% das mortes por tuberculose se devem a casos que não recebem tratamento. Quanto antes o diagnóstico for realizado, maiores são as chances de cura e de prevenção de transmissão para outras pessoas.  

A doença é causada por uma micobactéria chamada Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK).  A transmissão é feita, na maioria das vezes pelas vias aéreas, de uma pessoa para outra, por meio de gotículas de saliva liberadas pela fala, espirro ou tosse, aspiradas por aqueles que estiverem por perto.

Infecta pulmões, podendo atingir outros órgãos do corpo, como ossos, intestino, sistema geniturinário e sistema nervoso. Os sintomas mais frequentes são: tosse persistente, falta de ar, sensação de cansaço frequente, febre baixa, dor no peito e rouquidão.

A rede pública de saúde oferece o diagnóstico que é feito por meio de um teste conhecido como "exame do escarro". Os medicamentos também são distribuídos gratuitamente nas unidades de saúde. São compostos por quatro remédios e o tratamento dura seis meses. 

O Brasil é considerado o 20º país com maior incidência de tuberculose no mundo.

 

 

 

 

 

 



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