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Avanço das infecções sexualmente transmissíveis preocupa autoridades


De acordo com o Ministério da Saúde, apenas 56% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. Dados como esses refletem a falta de prevenção que vem preocupando autoridades de saúde e favorecendo o avanço das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

A sífilis é o caso mais grave: foram 158 mil notificações da doença no Brasil só no ano passado. Outra doença que gera preocupação é a infecção pelo vírus HIV. Segundo dados do Unaids, programa das Nações Unidas especializado em epidemias, o Brasil apresentou crescimento de 21% no número de novos casos de infecção pela doença entre 2010 e 2018.

O vírus da imunodeficiência humana é o causador da Aids, que ataca o sistema imunológico e derruba o sistema de defesa do organismo.

Atualmente, cerca de 827 mil pessoas vivem com o HIV no país, e aproximadamente 112 mil brasileiros têm o vírus, mas não o sabem.

O tratamento contínuo ao HIV pode controlar a doença, garantir a sobrevida dos infectados e tornar o vírus indetectável (o que equivale a prevenir a transmissão com uma segurança de 96%). Mas não pode curá-la. O teste rápido costuma detectar a infecção cerca de 15 dias após o contágio.

Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da aids, o HIV. 

Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. 

A aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da aids, também na amamentação.



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