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Carnaval: aproveite a folia, mas sem deixar de se proteger


O Carnaval é uma das épocas do ano mais esperadas para curtir um descanso ou festejar com os amigos e a família. Porém, no meio da diversão, algumas ameaças tornam-se mais perigosas, como as ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis). Elas costumam ser transmitidas pela relação sexual sem preservativo, podendo também ser passadas de mãe para filho durante a gravidez ou parto e, ainda, pelas transfusões de sangue ou compartilhamento de materiais como seringas e facas.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), estima-se que 340 milhões de casos dessas doenças sejam registrados por ano. São mais de 10 tipos de ISTs, sendo a maioria provocada por vírus e bactérias. Os sintomas podem variar com o tipo da doença e o uso de preservativos é o melhor método para evitar o contágio, assim como não compartilhar seringas e outros materiais perfuro-cortantes.

Essas infecções podem ser detectadas por meio de exames laboratoriais, que são a melhor forma de se obter um diagnóstico e tratamento. Saiba quais são algumas delas:

 – HPV (Papiloma Vírus Humano): vírus que causa lesões benignas, como verrugas genitais, e malignas, como câncer – sendo o câncer de colo de útero e no ânus os mais comuns. É transmitido pelo contato com a pele ou mucosa infectada e a maioria das infecções é combatida pelo organismo, regredindo em até dois anos após o contágio.

 – HIV: vírus causador da AIDS, doença crônica que danifica o sistema imunológico. É transmitido por relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, transfusão de sangue infectado e de mãe para filho na gestação ou no parto. Ainda não há cura, mas o tratamento garante o controle da doença e a qualidade de vida do paciente.

 – Sífilis: infecção bacteriana cujos principais sintomas são feridas na região genital (fase primária) e manchas pelo corpo (fase secundária). É perigosa quando não tratada, podendo causar surdez, problemas de visão, meningite, AVC e aneurismas cerebrais. A principal forma de contágio é através de relações sexuais, transfusão sanguínea e de mãe para filho.

 – Gonorreia: considerada a mais comum entre as ISTs, é causada por uma bactéria durante relações sexuais desprotegidas ou passada da mãe para o filho. A doença tem cura e é tratada com antibióticos e a ausência de relações sexuais no período.

 – Clamídia: normalmente assintomática, essa doença bacteriana é transmitida pela relação sexual desprotegida e da mãe para o filho. A clamídia tem cura quando tratada de forma correta, mas a detecção precoce ajuda a aumentar as chances de cura.

 Existem outros tipos de infecções, não menos graves, que também merecem a atenção. O ideal é sempre procurar orientação profissional no caso de contrair alguma delas.



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